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Confira o que mexe no preço da soja

“O preço da soja está alto (embora nunca o suficiente para o agricultor), mas bem acima das suas médias históricas. Então, voltamos a dizer que seríamos vendedor de soja, neste momento, porque a tendência é, se não houve fatores climáticos adversos, de queda a médio e longo prazo, mesmo com a guerra no Leste Europeu”. A afirmação é do analista sênior da Consultoria TF Agroeconômica, Luiz Pacheco. Confira o que a análise semanal sobre a tendência dos preços e o que pode mexer no preço da soja:


CHINA E SEUS BAIXOS ESTOQUES: Na China, principal regular do mercado de soja, os estoques de soja, farelo e óleo de soja estão em níveis críticos. O basis do farelo em Dalian – a diferença entre o mercado físico spot e a bolsa – continua subindo, atingindo níveis recordes. Quanto mais os basis sobem, maior é a confirmação de falta de produto. Os basis do óleo também estão muito altos. A Sinograin vai leiloar óleo de canola essa semana.


EUA DEVEM AUMENTAR A ÁREA PLANTADA: Por outro lado, nos EUA a IHS Markit estima a área de soja nos EUA para 22/23 em 88,58 milhões (35,85 milhões de hectares). Isso é um aumento de 700,75 mil acres em relação à estimativa anterior e seria um aumento de 1,4 milhão de acres ano/ano. A produtividade estimada é de 51,5 bpa (3.463,43kg/hectare).


BRASIL – DÓLAR CAINDO E FRETES SUBINDO reduziram em aproximadamente R$ 8,00/saca os preços no interior. E não vemos como esta tendência se inverter a curto, médio ou longo prazo (aliás, quanto mais longo, maior a queda, portanto, sugerimos aproveitar os preços do mercado futuro de Chicago – não físicos – da próxima safra).


Fonte: Agrolink



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