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Embarques da safra usarão novo Terminal do Arroz

Um ano depois do anúncio, foi confirmado ontem, durante a programação do primeiro dia da 31ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas, em Capão do Leão, que as operações do Terminal Logístico do Arroz no porto de Rio Grande começam com o escoamento da safra deste ano, nas próximas semanas.

De acordo com o superintendente dos Portos do Rio Grande do Sul, Fernando Estima, o terminal, com mais de 60 silos e capacidade para armazenar 55 mil toneladas de grãos, já está apto para receber o arroz que começa a ser colhido nas lavouras gaúchas.

Adaptado a uma estrutura dentro do Porto que pertencia a Companhia Estadual de Silos e Armazéns (Cesa), o TLA será operado pela Tranships Brasil e se soma à capacidade de exportação já existente nos terminais Termasa e Tergrasa. A obra atende demanda histórica dos arrozeiros e fica disponível justamente no momento em que o mercado internacional se abre para arroz brasileiro, 70% dele produzido no Estado.

Em formato híbrido, presencial e virtual, a Abertura Oficial da Colheita do Arroz sediou nesta terça-feira a reunião da Câmara Setorial do Arroz. O encontro teve a participação do gerente de Inteligência, Análise Econômica e Projetos Especiais da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Sérgio Roberto Gomes dos Santos Júnior. O especialista apontou que a área plantada do arroz no Brasil para esta safra ficou em torno 1,7 milhão de hectares, pouco mais de 2% acima da consolidada no ciclo passado. A estimativa inicial era de que a área pudesse crescer até 11%, o que não ocorreu em razão da falta de chuvas no Rio Grande do Sul no início do plantio.

Santos adiantou que os bons preços de 2020, quando a saca do arroz bateu a marca de R$ 100, devem se manter neste ano, mas menores, na casa dos R$ 80. Um estoque de passagem ajustado e a redução no consumo – projetada em 200 mil toneladas com a retirada do auxílio emergencial que garantiu o poder de compra da população brasileira de baixa renda no ano passado – são os motivos para o recuo. “Mesmo assim a cultura vai manter preços remuneradores”, previu.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, participou do primeiro dia do evento de forma virtual. Ela pontuou que a pasta trabalha para oferecer mais recursos à orizicultura no Plano Safra 2021/2022 e na ampliação de mercados internacionais para o arroz brasileira, entre eles o do México.


Fonte: Correio do Povo




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