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Furacão Ida afeta terminal da Cargill e prejudica exportações dos EUA

O Furacão Ida danificou equipamentos de exportação de grãos em terminal da trading Cargill, na Louisiana, e prejudicou as operações de embarques de outras companhias na área mais movimentada para granéis dos Estados Unidos, nesta segunda-feira.


A Cargill disse que seu terminal Reserve, um dos dois que a empresa opera ao longo do Rio Mississippi, perto do Golfo do México, “sofreu dano significativo” da tempestade, que atingiu a costa como um furacão poderoso de categoria 4.


As tradings rivais de commodities Bunge Ltd e Archer-Daniels-Midland Co disseram nesta segunda-feira que estão trabalhando para avaliar o dano em importantes instalações de exportação na área.


A tempestade interrompeu embarques de grãos e soja a partir do Mississippi, que é responsável por cerca de 60% das exportações dos EUA, em um momento em que as ofertas globais estão apertadas e a demanda da China está forte.


“Esta área no sudeste da Louisiana ainda representa significativa preocupação para a segurança das pessoas e registra queda de energia, então só podemos começar a avaliar o impacto da tempestade no sistema do rio. No momento, não temos um prazo para retomar as operações”, disse a Cargill em um comunicado.


A Bunge planeja reabrir na terça-feira um elevador de exportação em Destrehan, Louisiana, que é a única base do porto de unidade de esmagamento no Corredor Central de Exportação do Golfo, disse a porta-voz Deb Seidel.


A instalação irá retomar as operações após o fechamento no sábado, “desde que a ordem de evacuação dos clientes seja suspensa e não haja danos significativos”, disse ela em um e-mail.


A Destrehan é uma das instalações portuárias mais movimentadas da Bunge, manuseando soja, trigo e sorgo de mais de 50 elevadores de grãos ao longo do rio Mississippi, de acordo com o site da empresa.


A chegada do Ida fez com que acabasse a energia em Louisiana e Mississippi.


A ADM irá avaliar os danos de quatro elevadores de grãos de Nova Orleans e as operações portuárias que fecharam no fim de semana em preparação para o furacão, disse a porta-voz Jackie Anderson.


“A ADM tem uma vasta rede de transporte e estamos fazendo arranjos alternativos de embarques conforme necessário para atender às necessidades dos clientes enquanto administramos essa situação difícil”, disse ela por e-mail.


(Fonte: Money Times)




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