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Soja: dólar e Chicago em situações opostas restringem negócios

Com o dólar recuando e Chicago subindo, o mercado físico brasileiro de soja teve mais um dia de dificuldades para formar preços. As cotações seguem nominais e os negócios bem restritos, com destaque para a boa movimentação em Goiás.

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços mais altos. Em dia volátil, a boa demanda pelo produto dos Estados Unidos e a alta do petróleo ajudaram a sustentar as cotações.


Os ganhos, no entanto, foram limitados pelo retorno das chuvas em parte das regiões mais necessitadas da América do Sul. A previsão é de continuidade das precipitações nos próximos dias, ampliando a área a ser atingida.


Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com alta de 4,25 centavos de dólar por bushel ou 0,3% a US$ 14,07 1/4 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 14,16 por bushel, com ganho de 5,00 centavos ou 0,35%.


Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 1,90 ou 0,48% a US$ 392,00 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 62,51 centavos de dólar, com alta de 0,54 centavos ou 0,87%.


Câmbio


O dólar comercial fechou em R$ 5,4340, com queda de 1,30%. O revés da moeda norte-americana deve-se ao fluxo positivo de capital estrangeiro na B3, a bolsa brasileira, fortalecendo momentaneamente o real. Ainda assim, o driver da semana continua sendo a reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), que teve início nesta terça-feira (25).


Fonte: Canal Rural



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