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Soja emplaca mais uma sessão de altas em Chicago nesta 3ª e BR tem preços firmes

Em uma sessão bastante volátil, os preços da soja fecharam em campo positivo nesta terça-feira (6) na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa terminaram o dia com ganhos entre 2,25 e 6 pontos nos principais contratos, com o maio terminando o dia com US$ 14,18 e o setembro, US$ 13,05 por bushel. Ao longo do dia, altas de mais de 10 pontos novamente foram registradas pelos preços da commodity. O mercado permanece digerindo o último boletim do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) de intenção de plantio e da sinalização de uma área destinada à soja menor do que o esperado. "Nesse momento, o principal papel dos preços é incentivar o aumento da área para 2021/22, ou seja, forçar o produtor americano a mudar de opinião em relação ao baixo crescimento para a próxima temporada", explicam os analistas da Agrinvest. "A área é incompatível à demanda: Os preços precisam fazer seu trabalho, precisam “mudar a cabeça” do produtor americano". A área de soja norte-americana para a safra 2021/22 foi estimada em 35,45 milhões de hectares, 5% maior do que a da safra anterior. As projeções, porém, variavam entre 34,84 a 37,07 milhões de hectartes, com média de 36,42 milhões. Paralelamente, atenção ao cenário climático nos Estados Unidos e em como as condições deverão interferir nas decisões dos produtores norte-americanos a partir de agora. Na outra ponta, foco na demanda, no comportamento da China para o que ainda precisa comprar de soja para garantir seu abastecimento e no mercado de derivados. Nesta terça-feira, os futuros do óleo de soja subiram mais de 2% e o farelo fechou o dia com estabilidade.

PREÇOS NO BRASIL No mercado físico brasileiro, apesar de uma nova baixa intensa do dólar, os preços subiram em algumas praças, como Rondonópolis, Primavera do Leste, Alto Garças e Itiquira, em Mato Grosso, onde as referências variam entre R$ 162,00 e 165,00 por saca. Em Brasília/DF, alta de 1,19% para R$ 162,00. Os ganhos são motivados pelos patamares mais elevados sendo registrados na Bolsa de Chicago e, em partes, também pelo câmbio, uma vez que mesmo com baixas sendo observadas, a moeda americana segue na casa dos R$ 5,60. Nos portos, as referências seguem acima dos R$ 170,00 por saca, e nas posições mais distantes chegam a superar os R$ 180,00.

Fonte:Notícias Agrícolas



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