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Soja: preços aumentam no país, mas queda do dólar freia alta mais intensa

Os preços da soja reagiram nesta quarta-feira (19) nas principais praças do país, seguindo a sinalização de Chicago. Mas a alta foi limitada pela queda do dólar frente ao real. A movimentação segue limitada, restrita a lotes pontuais. O produtor permanece focado nas lavouras.

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços mais altos. Após três sessões de baixas, compras de barganha fizeram os preços fecharem bem próximos das máximas do dia.


Uma conjuntura de fatores contribuiu para a elevação. O desempenho de outros mercados serviu de pretexto para a recuperação técnica, principalmente a forte alta do petróleo. A baixa do dólar frente a outras moedas torna as commodities de exportação mais competitivas e completaram o cenário positivo.


Além disso, o mercado ainda repercute positivamente os sinais de demanda aquecida pelo produto americano. Ontem, o esmagamento dos Estados Unidos e as inspeções semanais de exportação ficaram acima do esperado.


Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com alta de 30,00 centavos de dólar por bushel ou 2,2% a US$ 13,91 1/4 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 14,00 3/4 por bushel, com ganho de 29,75 centavos ou 2,16%.


Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com alta de US$ 8,20 ou 2,10% a US$ 398,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 60,76 centavos de dólar, com alta de 1,68 centavo ou 2,84%.

Câmbio

O dólar comercial fechou em R$ 5,4660, com queda de 1,70%. A moeda norte-americana foi fortemente impactada pela alta das commodities no mercado internacional e o fluxo positivo da bolsa de valores.


Fonte: Canal Rural



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