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Vendas de arroz estão lentas, e produtores focam nos leilões governamentais

  • comercial18125
  • 14 de jan.
  • 1 min de leitura

O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul seguiu lento na última semana, com negociações pontuais e oscilação de preços entre as microrregiões, apontam levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Os produtores aguardam novas intervenções governamentais, na esperança de que os leilões movimentem o mercado. Entre os poucos orizicultores que estiveram ativos no mercado, o objetivo foi comercializar o cereal para atender aos lotes arrematados nos leilões de PEP (Prêmio para Escoamento de Produto) e Pepro (Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural), realizados na semana do Natal. Ao mesmo tempo, seguiram as negociações de exportação, cujos preços se mostram mais atrativos do que os das vendas domésticas. Do lado da demanda, pesquisadores do Cepea indicam comportamento distinto entre os compradores, diante da oferta restrita. Enquanto alguns aceitaram pagar valores ligeiramente superiores para repor estoques, outros optaram por uma postura mais cautelosa, aguardando definições do mercado. Em determinadas situações, houve inclusive reajustes negativos nas ofertas, sob o argumento de dificuldade no repasse dos custos do produto beneficiado, cujas cotações seguem pressionadas. Nesta terça-feira (13/1), o indicador Cepea/Irga-RS do arroz em casca registrou a cotação de R$ 52,94 a saca de 50 quilos, uma queda de 0,95% desde o início de janeiro. Fonte: Globo Rural

Imagem: Canva IA

 
 
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